quinta-feira, 9 de maio de 2013

Meio Ambiente 2013

Lukas P. Souza e Nilton Costa 

Meio ambiente e sustentabilidade
Lukas P. Souza
Lukas P. Souza
Vivemos em um mundo globalizado onde a economia é essencial para o desenvolvimento da integração social, cultural e econômica. Mas o processo de globalização parece apenas visar o [ao] sistema capitalista, impondo métodos para se atender às necessidades de consumo que geram acúmulo de capital.

O consumo em si não é o problema, afinal todos nós temos necessidades básicas e precisamos acudi-las; mas, o que era consumo, tornou-se uma “pilhéria consumista” após o avanço tecnológico, impactando na influência da mídia sobre os cidadãos. E uma das vítimas mais importantes: 
[importantes é] o meio ambiente - que sofre avarias “desenvolvimentistas”, como o [como] desmatamento, efeito estufa, etc.




Lukas P. Souza


No contexto do paradigma a ser praticado, o tão discutido Desenvolvimento Sustentável - com a Rio+20 responsável sobre [pela]sua conceituação -, o que deveria já ser decidido de fato é só alusão: países que mais degradam o                               


meio ambiente esquivam-se da responsabilidade de negociação sustentável, o que designa uma falta de comprometimento ambígua, já que são não só os que mais danificam o meio, como também países desenvolvidos. 

Por outro lado, 
impor sobre novos [novos] padrões de consumo é uma brava iniciativa; ademais, o plano da biodiversidade, pois é sabido que se carece restabelecer o vigor do nosso oceano, protegendo-o da poluição, assim assimilando o aspecto sociocultural.

Em suma, mesmo sem convicção, vale o esforço de todos, sobretudo dos países desenvolvidos. Trabalhando de maneira coletiva, é possível se alcançar o objetivo de um verdadeiro desenvolvimento, que compreende
os recursos do nosso planeta e seu correto manuseio. [o correto manuseio dos recursos do planeta.] 
Lukas P. Souza e Arthur Campos

 
Comentário geral
O texto começa bem, mas perde-se em imprecisões. Não há informações objetivas para analisar o tema. São muitos os trechos imprecisos no texto e isso comprometeu a coerência global. Apesar do bom senso crítico, o autor precisa resolver as dificuldades com a expressão.
 
Aspectos pontuais
1) Primeiro parágrafo: boa introdução, adequada à proposta.

2) Segundo parágrafo: para manter o paralelismo entre os termos exemplificados, deve-se usar o artigo antes de todos os itens ou não usar em nenhum deles.

3) Terceiro parágrafo: a) não é função da conferência conceiturar desenvolvimento sustentável; b) trecho final sem lógica, mal escrito.

4) Quarto parágrafo: a) quem terá a iniciativa de impor (a quem?) novos padrões de consumo? Comentários imprecisos demais; b) a segunda frase começa citando o plano de biodiversidade, mas não completa sintaticamente a sentença (o que quer falar sobre esse plano?); c) o que significa restabelecer o vigor do oceano?

5) Quinto parágrafo: a sequência dos dados deixou a informação falha, confusa.
Competências avaliadas

1.
Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita.
1,0
2.
Compreender a proposta da redação e aplicar conceito das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.
1,5
3.
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
1,0
4.
Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.
1,5
5.
Elaborar a proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural.
1,0

Total
6,0
Desempenho do aluno em cada competência
Nota 2,0 - Satisfatório
Nota 0,5 - Fraco
Nota 1,5 - Bom
Nota 0,0 - Insatisfatório
Nota 1,0 - Regular

Egito, conflitos


Atualmente vem acontecendo uma série de Manifestações e Protestos no Egito, os conflitos entre povo e autoridades são contra o governo do presidente Hosni Mubarak, que está em uma Ditadura há 30 anos no poder.
As manifestações no Egito foram convocadas pela Internet sob o nome de “Dia da Ira”, sendo que as redes sociais vinham sendo uma das principais fontes de informação para o mundo exterior.
O conflito no Egito parece até repetir o que aconteceu há duas semanas na Tunísia (outro país árabe do norte da África), onde uma rebelião popular derrubou o presidente Zine al Abidine Ben Ali, após 23 anos no poder. Além disso, está repercutindo em outros países, onde manifestantes também têm se insurgido contra o governo, como no Iêmen e no Gabão.
Os motivos para as Manifestações são que os egípcios se queixam dos altos índices de desemprego, do autoritarismo do governo, dos níveis elevados de corrupção, da violência policial, leis de estado de exceção, o desejo de aumentar o salário mínimo, falta de moradia, inflação, falta de liberdade de expressão e más condições de vida. Sendo o principal objetivo dos protestos  derrubar o regime do presidente Hosni Mubarak.
Um funcionário do governo norte-americano afirmou que os protestos são ‘uma grande oportunidade’ para que Mubarak, um dos principais aliados dos EUA na região, promova reformas políticas.

Atualidades no Egito, Confira como aconteceram os Protestos e Manifestações no país:
Novembro de 2010– A Irmandade Muçulmana não conquista nenhum assento nas eleições parlamentares; seguem-se protestos por supostas fraudes nas eleições.
Janeiro de 2011 – 21 pessoas morrem durante uma explosão num igreja de cristãos copta em Alexandria, reacendendo tensões religiosas no país
25 de janeiro - “Dia da Revolta”  em várias cidades do Egito, incluindo Cairo, Alexandria, Suez e Ismaília. Milhares protestaram em Cairo, com mais de 15 mil pessoas ocupando a Praça Tahrir.
28 de janeiro – Egito amanhece sem Internet e serviços de telefone celular, este foi o quarto dia de protestos. Segundo relatos de moradores do país, a internet foi cortada minutos depois da agência de notícias Associated Press ter publicado um vídeo no qual um manifestante é baleado durante os protestos.
29 de janeiro – Após dias de intensos protestos contra o governo, Mubarak declara toque de recolher e o Exército vai para as ruas.
30 de janeiro- desafiando o toque de recolher, o diplomata e ganhador do Nobel da Paz Mohamed ElBaradei juntou-se à multidão, dando força aos protestos e discursando contra o presidente Mubarak.
31 de janeiro - Os manifestantes convocam uma greve geral no país por tempo indeterminado. O presidente Mubarak anuncia uma troca de ministros, numa tentativa de contornar a crise. O aeroporto de Cairo vive um dia de caos, com estrangeiros tentando sair do país.
* As Eleições para Presidente do País serão em Setembro de 2011, há indícios de que o atual presidente procura se reeleger ou indicar seu filho como sucessor do governo.